IFMT

Diretoria Sistêmica de Tecnologia da Informação

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Orientações Documento/Processo Eletrônico

 

Manual do Usuário - Julho/2018

Vídeos Documento Eletrônico

  1. Adicionar Documento (Fluxo - Adicionar Documento)
  2. Revisar Documento
  3. Assinar e Solicitar Assinatura
  4. Abrir Processo a partir do Documento
  5. Localizar Documento
  6. Funcionalidades Documentos

Vídeos Processo Eletrônico

  1. Adicionar Processo Eletrônico
  2. Localizar Processo Eletrônico
  3. Funcionalidades Processo Eletrônico
    1. Adicionar Documentos ao Processo Eletrônico
    2. Apensar, Anexar e Relacionar Processos
    3. Minuta e Comentário
    4. Realizar Solicitações e Tramites
    5. Responder Solicitações (Despacho, Ciência, Documento)
    6. Finalizar Processo

Processo Piloto - Reitoria - Processo Diárias e Passagens

Solicitações de Acesso aos Módulos:
Abrir chamado no HelpDesk TI (GLPI) com as seguintes informações: Nome, Matrícula SIAPE e Perfis de Acessos.
Seguem abaixo os perfis de acesso disponíveis:

  • DOCUMENTO ELETRÔNICO:
    Operador de documento eletrônico (Adiciona, gerencia e visualiza documento de texto)
    * Por padrão, os documentos do setor são gerenciados apenas pelo Chefe responsável pelo Setor. Caso todos do setor ou alguma pessoa específica precise adicionar documentos, o Chefe responsável deverá liberar o acesso do setor ou da pessoa pela opção Gerenciar Compartilhamento do Setor no sistema - O gerenciamento de compartilhamento está descrito no item 2.2.1 do Manual do Usuário.
  • PROCESSOS ELETRÔNICOS:
    Operador de processo eletrônico (Adiciona, gerencia, tramita e visualiza processo eletrônico)
    Tramitador de Processos Eletrônicos (Tramita processo eletrônico)

Classificação de Nível de Acesso

 *O nível de acesso dos Documentos e Processos deve seguir a Lei de Acesso à Informação (LAI) (Lei 12.527/2011).
- O princípio do serviço público é: sigilo é exceção, transparência é regra.
- No âmbito do IFMT foi criada a Comissão Permanente de Avaliação de Documentos Sigilosos - CPADS, que atendeu ao artigo 34 do Decreto 7.724/2012 e é esta Comissão que criará o Termo de Classificação de Informação, portanto, cabendo-lhe classificar, referendados pelo reitor, documentos como restritos ou não.
- É obrigatório que processos tenham seus despachos descritos e que impor sigilo a documentos que não são sigilosos é considerado conduta ilícita e enseja responsabilidades.

 

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